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segunda-feira, 12 de março de 2012

Fiz uma tatuagem \o/

Então, depois de alguns anos eu finalmente fiz a minha tatuagem. Amém! Depois de muito pensar e encontrar um tempo e coragem, porque né. Eu finalmente consegui conciliar os dois e marcar o dia da minha primeira tatuagem. 
Marquei para o dia seis, porém como eu ando com um sério problema com datas eu fui até o tatuado no dia cinco e cheguei lá convicta de que seria naquele dia. Só que estava marcada para o outro dia. Mas enfim, o pessoal foi bem bacana e resolveu abrir um espacinho em sua agenda.
Enfim meu horário ficou para as 17H30 e foi aí que eu e a Bea (que eu raptei para ir fotografar e me ajudar a não desistir) fomos para o shopping perambular. Preciso agradecer muito a moça da recepção, afinal voltar pra casa e depois voltar no outro dia era complicado. Coragem meus caros, coragem.
Depois de esperamos lá por quatro horas, até um amigo eu encontrei, que também iria fazer uma tatuagem. Pois é.
Chegou as 17H e decidimos ir para o estúdio, chegando lá havia um guri fazendo uma carpa no ombro direito, detalhe que ele estava vermelho de tanto chorar. Foi aí que eu encontrei um bom motivo para voltar no outro dia. Mas não me contentando com a cara do guri eu fiz sinal pra ver se realmente estava doendo e, segundo ele, estava. Minhas mãos por fim começaram a suar frio.
Foi aí que a Bea imaginou que seria uma hora perfeita para me dizer que iria doer muito, ainda mais na costela. Obrigada.
Claro, me animei, já estava a ponto de sair correndo. Mas esperei o carinha terminar a dele e fui escolher a fonte para fazer a minha, a moça me mostrou umas porém não gostei, sou um pouco chata- sabe como é, vai ficar gravado em mim.-  Então o Lucas Pessoa (tatuador) veio para me atender e me ajudar a escolher a fonte. 
Olhamos várias fontes e desenhos e afins, mas achamos que a primeira era a melhor. Ele foi imprimiu, desenhou, arrumou a sala e finalmente me disse que eu poderia me ajeitar na maca para fazer a tattoo.  Me deitei calmamente e perguntei “ vai doer muito?” e ele me respondeu sorrindo “não, bem pouco”, claro que eu acreditei. Não eu.
 Ele pegou o papelsinho onde é desenhado a tatuagem, fez limpeza na minha pele, colocou diversos produtos e depois colocou o papel, tirou, se distanciou, olhou e falou; “perfeito!”ai então ligou a maquininha. Estava pronta pra gritar e desistir e dar qualquer desculpa bonita para a minha mãe do tipo: - é fui lá, mas não é muito a minha praia não. Ou qualquer coisa relacionada. 
Mas quando ele pergutou se poderia começar eu vi que eu estava fazendo um alarde por nada. Então ele e começou a rabiscar de trás para frente, parou e perguntou se eu ainda estava viva, porque eu estava muito quieta e concentrada. E eu cai na gargalhada, imaginei que fosse doer HORRORES, que eu iria deixar pra terminar outro dia. Mas nada disso, na verdade eu mal sentia a agulha na minha pele. Beleza e lá se foi mais uns minutos e mais uns e mais uns, até que ele chega na minha bendita costela, ô lugar do cão viu? Eu sentia a maquininha tremer minha caixa torácica inteira, muito sério isso, mas vamos lá, ele fez e quando eu pensei que ele havia terminado ele olhou pra mim e falou: "agora é o ultimo risco, aguenta firme. Respira e tranca." e assim eu fiz e, quando ele acabou eu falei “Oh, My God!” e ele caiu na gargalhada junto a Bea. Porque rir dos outros é fácil.
 Bom, antes disso ele parou diversas vezes para perguntar se estava doendo e afins, muito atencioso, recomendo! A Bea minha querida fotógrafa de plantão, ria das minhas caras e bocas, afinal é dose ser forte. Depois me levantei e fui ver como havia ficado e me apaixonei, olhei para ele e falei “pelo menos nem chorei, viu?” haha
Mas é isso, não me arrependo de nada e estou super apaixonada por ela, meus pais adoraram ♥


Ps: Muito obrigada Beatriz Cristina pela disposição e paciência e pelas fotos incríveis que você bateu, agora lhe autorizo para postar, afinal meus pais já viram xD
E uma dica, o Ink House Tattoo é um lugar ótimo, sem contar a qualificação dos profissionais de lá. So thanks!

domingo, 11 de março de 2012

Queimei o meu colchão com o ferro de passar \õ/

detalhe para a minha estampa grudada no ferro <3 - New Style

Oi, oi povo! Então mais uma das minhas arte manhas feitas morando sozinha, a pérola da vez foi o meu colchão. Sim, eu queimei o meu colchão com o ferro de passar...

Pra quem não sabe quando se vai morar sozinha uma das únicas coisas que você não se preocupa são as que mais te fazem falta depois, por exemplo: uma tábua de passar. Estava eu em um dia lindo e corrido passando minhas roupas em cima de um colchão no chão para poder ir fotografar, eis que a minha inteligência ultrapassa qualquer barreira e eu decido apoiar o ferro em cima do colchão... Tchanan Tsss. Sim, queimou. Quando eu percebi tamanha de minha arte corri para tirar o ferro que grudado no meu colchão já se encontrava, e lhes digo algo, não é nada legal... sem contar o odor de queimado que fica, bom vamos ver o lado positivo eu me arrumei e fui trabalhar, não tão feliz como o de costume, fui me xingando um pouco, mas são coisas que servem para aprendermos, então não tente isso em casa...

quarta-feira, 7 de março de 2012

Jess Raph, I'm sorry ;~


E o que era pra dar errado, realmente deu errado. Hoje eu acordei em cima da hora para pegar o ônibus para ir rever a minha melhor que chegaria hoje da Espanha, até ai tudo muito bem exceto o fato de faltar apenas dez minutos para o ônibus partir e eu desesperadamente corri para alcançá-lo e consegui, nos quarenta e cinco do segundo tempo com o motorista fechando a porta ele viu aquela pessoa esbaforida com um sorriso estampado na cara (diga-se de passagem meio louca) olhando para ele com os olhos de “me espera, falta eu” e realmente faltava, eu corri entrei no ônibus dei a passagem errada porque já havia comprado a de volta e só me dei conta depois de que olhei que alguém estava sentado na poltrona que brevemente seria minha, porem o senhor que estava na poltrona me olhou e falou “mas acontece, provavelmente venderam as mesmas passagens, queres sentar aqui?” e eu claro que falei que não queria, até porque ele chegou mais cedo que eu, era o lugar dele. Mas eu sempre tenho que ver nos mínimos e claro fui rever a minha passagem realmente o assento era aquele o número quinze, mas a passagem era pra voltar de Floripa e não para ir, logo pedi desculpas e fui para o meu assento correto, chamei o mocinho que fica no corredor e avisei que ele pegou a passagem errada, ele conferiu e trocou, tudo certo! E por ai  segui sozinha em uma poltrona e com ninguém do meu lado, coisa que eu adoro, afinal nem todo mundo é querido quando se trata em dividir o “mesmo” espaço, porém depois de uma hora de viagem alguém senta ao meu lado, e coloca os braços quase que em cima de mim, até ai tudo bem, normal a pessoa era grande... porém este ser não parava quieto e queria se jogar pela janela, praticamente, o que foi me tirando do sério aos poucos, mas tudo bem eu estava indo lá  por uma boa causa o resto era resto, levei três horas pra chegar, quando cheguei corri para a plataforma e fui para o terminal caçar o ônibus que seguiria para o aeroporto, logo depois de perguntar para no umas duas pessoas alguém me explicou certo e lá fui eu toda feliz e sorridente, sim eu estava feliz, fiquei mais uns vinte minutos esperando naquele calor infernal e depois o bendito apareceu. E finalmente consegui ir para o meu rumo, na ida o motorista quase atropelou um ciclista e quase bateu em outro ônibus, mas eu sobrevivi e não sei porque eu ainda me apavoro com esses motoristas viu? Ok, cheguei no aeroporto e lá fui comer alguma coisa afinal ainda supostamente tinha meia hora até a Jéss chegar, subi até o segundo andar, comi e desci, sentei e fiquei aguardando ansiosamente o vôo que chegaria as onze horas, e por lá permaneci por duas horas, desceu o Bin Laden e não desceu a Jéss, ai comecei a me preocupar porque raios ela não descia e então deixei recado para uma amiga nossa que me confirmou que ela chegaria as onze, porém as onze da noite, nem preciso dizer a tamanha tristeza que me dominou, certo? Eu fico oito meses sem ver a minha melhor e num dia especial como esse eu simplesmente troco os “horários”, ok, nada de pânico fui ver o que eu conseguia afinal já estava ali, liguei para algumas pessoas e descobri que não haveria ônibus na madrugada ou seja, eu teria que ir embora sem ver a minha melhor amiga, dá pra acreditar? Nem preciso comentar tamanha felicidade que me consumiu naquele momento, eu nem sei o que pensar, eu queria tanto ver ela, é minha amiga entendem? Alguém que eu vou ligar nos meus piores e melhores momentos e eu sou a qual ela irá ligar também, é conhecer tão bem alguém que mora longe de você que com um simples “oi” você sabe se ela está bem ou não, é ter uma sintonia digna de uma amizade, porém falhei. Troquei os horários, palmas para mim, agora nesse exato instante faz dezoito minutos que o vôo de escala São Paulo/ Santa Catarina acabou de pousar e os familiares dela estarão lá de braços abertos esperando ela, e ela vai estar me esperando, porque durante estes seis meses esse foi o nosso combinado, e eu não vou estar lá, e é com lágrimas caindo que eu lhe peço desculpas títi, de verdade, desculpa. 
Para muitos pode ser bobagem, mas para mim é algo de extrema importância. Gosto de cuidar das pessoas que eu amo. 

eu falei que teria plaquinha haha' x;
ps: eu ainda machuquei meu pé e agora estou mancando, quando chega o oscar? ¬

segunda-feira, 5 de março de 2012

E mais uma vez eu me mudei...


Bom pela quarta vez eu me mudei, amem! E sabem depois da primeira mudança tudo fica tão mais complicado, quando eu cheguei aqui na primeira semana era apenas eu uma mala e um violão e hoje eu tenho praticamente uma casa completa pra carregar... bem sério. E como eu já imaginava não foi nada fácil a minha mudança, primeiro porque eu morava no terceiro andar e vualá escadas! Mas cada vez que eu me mudo, não é apenas as coisas materiais que eu mudo de lugar, não é apenas aquele espaço que eu deixo de ocupar e que outras pessoas irão vir a ocupar é algo a mais, até porque cada uma que passará por lá terá ou fará uma história diferente, mas o fato não é esse, o fato é que cada vez que eu me mudo de certa forma eu faço questão de enterrar alguns aprendizados e embrulhar outros para a viagem, afinal é um ano que eu passo em outro apartamento convivendo com outras pessoas e dividindo outros tipos de historias e até mesmo culturas, nesse eu chorei e sorri, mas muito mais que isso decidi dar grandes passos para a minha vida, foi o ano que eu entrei para a faculdade para finalmente fazer o que eu gosto e sou apaixonada, aprendi inclusive a não esquecer o entregador de pizza preso no prédio, olha quanta evolução. Eu sempre fui uma pessoa mais reservada quando o assunto são os meus sentimentos e tudo mais e sabe conviver dois anos com alguém que não sabe dos teus gostos não é lá uma coisa muito agradável, eu era fechada, sempre na minha, mas sabia do gosto das pessoas que dividiam o apto comigo, mans “nem tudo é como você quer, nem tudo por ser perfeito” – já dizia a letra, e ao tempo ia me acostumando com isso, mas isso também só foi até meio ano, porque depois eu comecei a morar literalmente sozinha, e é uma experiência um tanto quanto frustrada, você começa a dar bom dia para si próprio, a conversar com as almofadas, a reparar mais nos detalhes dos azulejos, periga até a ficar louco, ou não. Enfim, sai com uma bagagem bem pesada do meu antigo apto, agora carrego comigo apenas coisas leves, o que não irá me acrescentar deixei pelo caminho, ainda que o caminho seja meio curto, deixei. Trago em minha mala os meus sonhos, minhas fotografias e minha imensa vontade de ser feliz, independente de qual lugar eu esteja, independente de quem esteja ao meu lado, minha felicidade acima de tudo e a do Joe, claro, na porta do 403 deixarei também algumas saudades que por mais intensas que sejam ficaram melhores a sós com o silencio e com o vazio do que guardadas em meu peito. E ah, finalmente encontrei um apartamento que me lembra uma “casa”, tudo com o seu espaço correto e adequado, nada de sobras, tudo bem que ele é meio pequeno, principalmente no sentido de mal caber a minha mesa na sala e sim eu sei que ela deveria ficar na cozinha mas isso é algo humanamente impossível. E um novo projeto, junto com novos sonhos. 209

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

já... deixei o entregador de pizza preso!

Pois é meu caros, eu já deixei o entregador de pizza preso no meu prédio. Ontem, tipo, tudo o que eu queria fazer não deu certo, acho que a única coisa boa foi o meu melhor ter ido me visitar porque dai eu pude rir bastante, não fui ao dentista, não joguei video-game, não fiz nada, desenhei e só, até que o meu melhor teve a brilhante ideia de jantarmos e como nenhum dos dois estava apto a fazer qualquer coisa decidimos ligar para a pizzaria, e a atendente por incrivel que pareça até já me conhece pela voz... mas isso é outro detalhe, claro. Bom como eu estava lhes contando, dai pedimos a pizza e esperamos os 40mints previstos e tudo mais e a pizza chegou, pegamos a pizza e nos sentamos lindamente no meio da sala para comer, sendo que tudo isso levou uns quinze minutos ai eu já na metade da  fatia o meu celular toca... "srta Flávia?" - sim sou eu... - "aqui é da pizzaria é que o nosso funcionário está preso no seu prédio, será que você poderia destravar a porta pra ele?" - ai moço, mil desculpas, já vou destravar! D: - e obviamente minha cara foi ao chão, eu esqueci o coitado preso no prédio, imagina o quanto que ele não me xingou... é esse nunca mais entrega nada pra mim...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Essa sou eu tentando destruir a porta (:
Bom como algumas pessoas já sabem eu moro longe dos meus pais faz 3 anos, e já me aconteceram algumas coisas engraçadas nesse meio tempo... Quero compartilhar com vocês algumas coisas que já ocorreram de engraçadas a estranhas, algumas postarei fotos de autoria própria, já outras de alguma imagem semelhante que tenha na internet.
Tudo começou quando minha amiga acordou pra ir pro estágio, na época éramos apenas duas estagiárias que se mudaram pra poder estudar, hoje já estamos formadas, um viva \õ/ - Mas então, como havia dito minha amiga acordou, e foi abrir a porta porém a mesma estava trancada e nós nunca dormimos com a porta trancada porque não havia nenhum cabimento naquilo, e nós dividiamos o quarto em duas e o apto em três, como a outra inquilina era mais 'idosa' ela ficava com um quarto somente pra ela, detalhe que deixa-la morar conosco foi o maior erro, mas isso é outra história, segundo a minha amiga ela ficou por mais ou menos dez minutos tentando destravar a porta, que nem travada estava, então decidiu me acordar, lógico que eu acordei e tirei onda com a cara dela pelo fato da porta estar travada me levantei e tentei abrir a porta, e obviamente que eu não consegui, então fiquei em estado de choque sem entender qualquer coisa, até lembrarmos que possuíamos umas chaves que vieram com o guarda-roupa e tentamos 'desmontar' a porta, não tivemos nenhum sucesso tiramos todos os parafusos possíveis e a porta não abriu, ai a coisa ficou séria, e quase uma hora ali na função de tentar abrir a porta até que eu tive a brilhante ideia de ligar pro meu melhor amigo, afinal amigos pra que? HAHA Liguei pro coitado que iria pro colégio e quase que chorando e implorando pra ele vir 'salvar' a gente, e ele como bom amigo que sempre foi veio, jogamos as chaves do apto pela janela e a da porta junto pra ver se né, e bom ele arrombou a porta, e depois de duas horas conseguimos sair de lá, nunca mais nem fechamos a porta para dormir.

Obrigada Tiago <3 ahuhduash